From me to me:
O ponto relevante em questão, nesses tempos de abstenção de posts, é: minha leitura está estagnada. Especulo. Em se falando de diagnósticos psicológicos: sinal, sintoma, etiologia, seqüela? Ainda não sei. Talvez, inclusive, nunca saiba. Sendo este, a leitura, um hábito ubíquo em meu cotidiano, é de pouca probabilidade que fique isenta minha consciência de uma conclusão sustentável sob efeito do tempo. Plausível que ele, juntamente com minhas faculdades analíticas, logre explicações de grande efeito para mim, e, como conseqüência, para o âmbito social ao qual me confino... amizade, família(entidades de manutenção sobremaneira requerentes, cravadas a nós, e assim, quando instáveis, atingem-nos intensamente); precisamos delas, inerentemente(quando possuímos natureza humana que tange limites de normalidade, ao menos).
O que importa é que minha leitura permanece inerte. E o efeito é que isto me afeta; isto me angustia. Talvez como causa, talvez por efeito. Não é um fato inédito este por qual passo, nem creio será ele ocasional ou assíduo. Mas o incômodo é que, nestas ocasiões, ocorridas em estações análogas, parece sair-me algo do âmago. Julgo-me frágil, ordinário, e por conseqüência direta abalado e, ouso dizer, despeitando meu orgulho, instável.
Há faltado congruência em meu hábito de leitura. Não estou bem. Talvez não esteja bem. Talvez esteja com medo de minha condição. Talvez eu não saiba de mais nada, ou talvez saiba demais e não consiga, ou não queira, conciliar o que foi conciliado à nível inconsciente.
''A melhor forma de esquecer
é dar tempo ao tempo,
A melhor forma de curar o vício
é no início
A melhor forma de escolher
é provar o gosto,
A melhor forma de chorar
é cobrindo o rosto,
Evitar as rugas
é não olhar no espelho,
Esvaziar o revólver
é puxar o gatilho,
A melhor forma de esconder as lágrimas
é na escuridão,
A melhor forma de enxergar no escuro
é com as mãos,
As idéias estão no chão,
você tropeça e acha a solução''
Ribeirão Preto/Sp, 23:53;
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Protelação
Poucos acontecimentos e ociosidade são base da explicação pela ausência de posts no período entre este e o anterior. Não que tenha sido de todo vazio meus dias, mas que não relevei atividades prioritárias é facto; Objetivações eu tive, mas faltou-me ânimo e disposição para concretizá-las, o conhecido inconsciente vício humano de esquivar-se de questões auto-construtivas por motivos não muito cônscios de que quem o faz. É de nossa natureza, inerente à personalidade, porém com esforço e racionalização podemos moldar, e me atrevo dizer reparar, atitudes que nos serão mais prósperas, como se burlar o instinto para nos beneficiarmos.
Logrei grande êxito no módulo findo, o que trouxe-me grande satisfação e alimentou meu ego; receio, por vezes, das conseqüências do afastamento acadêmico que me foi imposto, mas visto as tormentas que passei, tenho certeza que a adaptação não será para mim difícil, inclusive porque sinto, e como sinto, falta das obrigações e cobranças dos módulos, das provas, de minhas tardes de nescafé e estudo ao som do rádio...
Desviando do assunto, tenho feito proveito de algumas viagens nesse período refratário com bons rendimentos, além do primário: conhecer novos centros, novas visões, novas realidades. Agradeço ao meu grande amigo Victor Hugo pela carinhosa recepção em sua casa, em Uberlândia, e pelo afeto e consideração demonstrados enquanto eu por lá; Foi para mim um grande prazer poder estar a par de sua situação na faculdade, de suas amizades, da instituição à qual confiou seus estudos para se formar médico. Certamente foi frutífero como experiência a oportunidade de me aproximar de outra escola médica, analisar e poder ver de perto a infraestrutura, os discentes , o método de ensino, além como funcionam as diretrizes da universidade. Ressalvo ter sido muito bem recebido pelas pessoas para quais lá fui apresentado. E além deste lado acadêmico, nada como estar perto de um amigo para nos fazer dos momentos os mais agradáveis. Cabe a mim agradecer, aqui, mais uma vez, ao Vi; adorei ter passado aqueles dias com você, e como já lhe disse, prepare-se para outras visitas ^^;
''E quando escondo a minha olheira é pra colher amor''
A despeito da fase cravada por certas dificuldades peculiares, surpreendo-me com boa auto-estima, logicamente não de carácter constante, mas em modo geral, fazendo o balanço, afirmo estar ela, sim, de bom grado para meu ego. Talvez como forma de fuga tenho exaltado a vaidade, o que talvez não seja deletério quando comparado a outras formas de defesa inconscientes(apesar de estas sempre estarem presentes, acredite). Tenho pensado bastante em mim, o que já evidenciei escusamente em posts anteriores, e feito alguns investimentos de feição benéfica, apesar de manter hábitos nocivos e arriscados; convenhamos, certamente, ser um início de habituação a modos mais sensatos de subterfúgio.
''Mas eu também sei ser careta,
de perto, ninguém é normal,
Às vezes, segue em linha reta
a vida, que é "meu bem, meu mal"
Comecei meu livro do Dawkins, e, céus, em seu primeiro livro, de 1976, ele já se me consegue demonstrar a genialidade; abrangendo campos diversos tais como genética, evolucionismo, psicologia comportamental e zoologia, o cientólogo consegue conjugar estes todos para formular suas idéias e discorrer sua obra. Estou estupefato com a intelectualidade do autor e sua capacidade de análise de áreas tão amplas e dissonantes.Quanto ao livro que acabei de ler, como de hábito, exponho cá trechos para mim de relevância:
''Quando houver mais de uma explicação, a mais simples em geral é a certa.''
''-Senhorita Sexton, por favor, perdoe o doutor Marlinson. O que ele não tem em termos de tato é mais do que compensado pelos fragmentos aleatórios de conhecimento absolutamente inútil que possui a respeito de nosso universo.''
''Só quem nunca experimentara o poder podia dizer que elle não viciava.''D. Brown, Deception point, 2001.
PS: creio serem as informações presentes nas obras de Dan Brown de maior interesse que o enredo, que sempre tende a ser forçado e trilhar o mesmo caminho. Neste livro, como em outros dele quais já li, foram-me mostrados fatos, realidades fascinantes que dizem respeito à política, ciências, e instituições governamentais. Recomendo alguns de seus livros principalmente por este mérito.
Ribeirão Preto/São Paulo.
Logrei grande êxito no módulo findo, o que trouxe-me grande satisfação e alimentou meu ego; receio, por vezes, das conseqüências do afastamento acadêmico que me foi imposto, mas visto as tormentas que passei, tenho certeza que a adaptação não será para mim difícil, inclusive porque sinto, e como sinto, falta das obrigações e cobranças dos módulos, das provas, de minhas tardes de nescafé e estudo ao som do rádio...
Desviando do assunto, tenho feito proveito de algumas viagens nesse período refratário com bons rendimentos, além do primário: conhecer novos centros, novas visões, novas realidades. Agradeço ao meu grande amigo Victor Hugo pela carinhosa recepção em sua casa, em Uberlândia, e pelo afeto e consideração demonstrados enquanto eu por lá; Foi para mim um grande prazer poder estar a par de sua situação na faculdade, de suas amizades, da instituição à qual confiou seus estudos para se formar médico. Certamente foi frutífero como experiência a oportunidade de me aproximar de outra escola médica, analisar e poder ver de perto a infraestrutura, os discentes , o método de ensino, além como funcionam as diretrizes da universidade. Ressalvo ter sido muito bem recebido pelas pessoas para quais lá fui apresentado. E além deste lado acadêmico, nada como estar perto de um amigo para nos fazer dos momentos os mais agradáveis. Cabe a mim agradecer, aqui, mais uma vez, ao Vi; adorei ter passado aqueles dias com você, e como já lhe disse, prepare-se para outras visitas ^^;
''E quando escondo a minha olheira é pra colher amor''
A despeito da fase cravada por certas dificuldades peculiares, surpreendo-me com boa auto-estima, logicamente não de carácter constante, mas em modo geral, fazendo o balanço, afirmo estar ela, sim, de bom grado para meu ego. Talvez como forma de fuga tenho exaltado a vaidade, o que talvez não seja deletério quando comparado a outras formas de defesa inconscientes(apesar de estas sempre estarem presentes, acredite). Tenho pensado bastante em mim, o que já evidenciei escusamente em posts anteriores, e feito alguns investimentos de feição benéfica, apesar de manter hábitos nocivos e arriscados; convenhamos, certamente, ser um início de habituação a modos mais sensatos de subterfúgio.
''Mas eu também sei ser careta,
de perto, ninguém é normal,
Às vezes, segue em linha reta
a vida, que é "meu bem, meu mal"
Comecei meu livro do Dawkins, e, céus, em seu primeiro livro, de 1976, ele já se me consegue demonstrar a genialidade; abrangendo campos diversos tais como genética, evolucionismo, psicologia comportamental e zoologia, o cientólogo consegue conjugar estes todos para formular suas idéias e discorrer sua obra. Estou estupefato com a intelectualidade do autor e sua capacidade de análise de áreas tão amplas e dissonantes.Quanto ao livro que acabei de ler, como de hábito, exponho cá trechos para mim de relevância:
''Quando houver mais de uma explicação, a mais simples em geral é a certa.''
''-Senhorita Sexton, por favor, perdoe o doutor Marlinson. O que ele não tem em termos de tato é mais do que compensado pelos fragmentos aleatórios de conhecimento absolutamente inútil que possui a respeito de nosso universo.''
''Só quem nunca experimentara o poder podia dizer que elle não viciava.''D. Brown, Deception point, 2001.
PS: creio serem as informações presentes nas obras de Dan Brown de maior interesse que o enredo, que sempre tende a ser forçado e trilhar o mesmo caminho. Neste livro, como em outros dele quais já li, foram-me mostrados fatos, realidades fascinantes que dizem respeito à política, ciências, e instituições governamentais. Recomendo alguns de seus livros principalmente por este mérito.
Ribeirão Preto/São Paulo.
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sábado, 17 de abril de 2010
Sabedoria
Absorvendo conhecimentos da importante mãe da ciência que escolhi, a embriologia, e digo mais, apreciando a beleza desta misteriosa arte trabalhada em puro adn; levando adiante essa peleja, encarando a dificuldade da submissão com gracioso bom humor, agora(sim, o tenho conseguido). Afastado, ainda, do dito laboratório morfofuncional, mas isso como sempre faz parte de meu caminho traçado, hei de conquistar ainda, tenho esperanças, a sua assiduidade.
Julgo o comentário de meu grande amigo e futuro doutor, Victor Hugo, de intensa e sucinta caracterização: ''Embriologia é mágica''.
Quanto a minhas análises celulares: sim, continuam cravadas em meu itinerário; meu risonho fado, espero cultivá-lo sempre ativo em minha vida. Quando em São Paulo, junto a meu pai, comprei o livro que me estava na lista de desejo há um tempinho, do Dawkins... anseio em lê-lo, mas creio que não me será inútil a espera pelo final do módulo, para melhor poder integrar as informações trazidas a mim pela obra, que não são poucas, pelos poucos trechos que li. Dawkins está entre os três maiores intelectuais vivos da actualidade, segundo me informou a internet, portanto pretendo me assegurar de ''espaço mental'' para melhor trabalhar e relacionar, com esmero, o que ele pode me trazer(melhor, o que ele pode fornecer e eu compreender, em meu nível de sabedoria). Num dos trechos que passei os olhos, ele tratava do evolucionismo de Darwin, mas o retratava em nível molecular, discutindo sobre a estabilidade das ligações atômicas que permitiam a formação de moléculas que sobressairiam a outras instáveis; não acho ter mais eu que falar sobre a genialidade do cientólogo.
Não não ser a ciência uma arte, mas da de característica vulgar: buscando novas afeições musicais, estava cansado da mesmice de minhas músicas(de minhas três mil músicas em hd), e tenho encontrado em estilos paradoxais coisas interessantes; creio ser o paradoxo para mim uma grande atração, a nível inconsciente, me atrevo dizer, inclusive. Tive uma conversa sobre essas minhas atitudes paradoxais com o Victor hoje, e vejo fazer sentido e ter enquadramento em minha vida esta idéia. No que toca a cinematografia, não vejo um bom filme há um tempinho, e minha série está estagnada, não mais a vi, mas a retomarei, me divirto com ela.
Também austeras se mostram minhas análises existenciais, e quanto a estas digo não querer instaurar na vida como fado, apesar de talvez já o ser, como não gostaria; faz parte. Cá uma passagem bíblica muito convincente e apta a enaltecer minhas idéias a respeito do existencialismo, que me é de grande admiração:
''Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza'' Ec 1:18.
A bíblia muito nos tem a ensinar. Sábios, e tristes, são os versos bíblicos, e felizes os que com eles podem alimentar a mente sem se envenenar. Postulo haver um feedback positivo na situação: conhecimento ao trazer tristeza, traz também sede pelo próprio conhecimento, com mais tristeza... enfim...
''Caras como eu estão tirando o pé,
andando em marcha-ré,
com medo de entrar na contra-mão
Julgo o comentário de meu grande amigo e futuro doutor, Victor Hugo, de intensa e sucinta caracterização: ''Embriologia é mágica''.
Quanto a minhas análises celulares: sim, continuam cravadas em meu itinerário; meu risonho fado, espero cultivá-lo sempre ativo em minha vida. Quando em São Paulo, junto a meu pai, comprei o livro que me estava na lista de desejo há um tempinho, do Dawkins... anseio em lê-lo, mas creio que não me será inútil a espera pelo final do módulo, para melhor poder integrar as informações trazidas a mim pela obra, que não são poucas, pelos poucos trechos que li. Dawkins está entre os três maiores intelectuais vivos da actualidade, segundo me informou a internet, portanto pretendo me assegurar de ''espaço mental'' para melhor trabalhar e relacionar, com esmero, o que ele pode me trazer(melhor, o que ele pode fornecer e eu compreender, em meu nível de sabedoria). Num dos trechos que passei os olhos, ele tratava do evolucionismo de Darwin, mas o retratava em nível molecular, discutindo sobre a estabilidade das ligações atômicas que permitiam a formação de moléculas que sobressairiam a outras instáveis; não acho ter mais eu que falar sobre a genialidade do cientólogo.
Não não ser a ciência uma arte, mas da de característica vulgar: buscando novas afeições musicais, estava cansado da mesmice de minhas músicas(de minhas três mil músicas em hd), e tenho encontrado em estilos paradoxais coisas interessantes; creio ser o paradoxo para mim uma grande atração, a nível inconsciente, me atrevo dizer, inclusive. Tive uma conversa sobre essas minhas atitudes paradoxais com o Victor hoje, e vejo fazer sentido e ter enquadramento em minha vida esta idéia. No que toca a cinematografia, não vejo um bom filme há um tempinho, e minha série está estagnada, não mais a vi, mas a retomarei, me divirto com ela.
Também austeras se mostram minhas análises existenciais, e quanto a estas digo não querer instaurar na vida como fado, apesar de talvez já o ser, como não gostaria; faz parte. Cá uma passagem bíblica muito convincente e apta a enaltecer minhas idéias a respeito do existencialismo, que me é de grande admiração:
''Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta o conhecimento aumenta a tristeza'' Ec 1:18.
A bíblia muito nos tem a ensinar. Sábios, e tristes, são os versos bíblicos, e felizes os que com eles podem alimentar a mente sem se envenenar. Postulo haver um feedback positivo na situação: conhecimento ao trazer tristeza, traz também sede pelo próprio conhecimento, com mais tristeza... enfim...
''Caras como eu estão tirando o pé,
andando em marcha-ré,
com medo de entrar na contra-mão
Como trens do interior que não chegam no horário
Como velhos elefantes que morrem solitários
Caras como eu estão ficando chatos,
como solas de sapatos
que se gastam
com o passar do tempo
Não vou mais medir o tempo,
não vou mais contar as horas
Vou me entregar ao momento,
não vou mais tentar matar o tempo
Como palavras de amor
que não se guardam em disquetes
Como segredos sem valor
que a gente nunca esquece''
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V. H. Rodrigues
quinta-feira, 25 de março de 2010
Ajuste
Início de módulo, reinício da cobrança oficial, porém escusa, típica do pbl(método vire-se à sua maneira e veja se logrou êxito nos estudos com a prova única), início formal dos estudos(y). Já quanto às análises existencialistas, de pé, as always, little darling, thanks. Não há fim para elas, e cá vamos vivendo inerentes, salve(parágrafo ulterior que o diga, rs).
Sinto-me diferente, coisas mudaram em mim, e confesso hesitar no julgamento dessas alterações que se me emergiram à consciência por meio de infelizes desequilíbrios; ressalvo com forte ênfase não ainda ter aqui citado crises de desequilíbrios por minha parte, e ter sempre dado valor maior à estabilidade em minha humilde, porém austera, ideologia. Defenestrei, e cá me bate agora o arrependimento pelo insólito e ridículo descompenso(neol.)de condutas, cujo fruto foi-se me apresentado como uma resignação, já mencionada no anterior post. Aproveito-me desta, e realmente o estou fazendo, como uma oportunidade para enxergar defeitos e corrigi-los, na medida do cabível e aceitável, para enaltecer minha integridade e reparar qualidades deletérias a mim e às pessoas prezadas em minha vida. Julgo ser o arrependimento de ações praticadas inerente às sentimentalidades humanas, conceito ofuscado pela consciência geral, creio que com
finalidade de resistência, mas é o que penso, e repito: eu me arrependo de coisas que fiz, você também se arrepende, todos no mundo se arrependem, porque o arrependimento é conseqüência de falhas, e falhar é inato ao homem, errar é o que nos permite evoluir(quando, e apenas quando, nos tornamos cientes dos erros).E aqui consigo, portanto, fechar meu raciocínio com explicação embasada.
Ando meio somatoforme, psicossomático(com um fator surtindo efeitos sobre o outro). Não se me está sendo fácil a adaptação à imputação do infeliz incidente na faculdade. Inevitável sentir-se injustiçado e desprezado, principalmente quando se toca a pessoas de gênio forte, como no meu caso. Creio não serem de apreço crises de desequilíbrios comportamentais. Não se sustentam como conseqüência de incidentes infelizes, na maior parte das vezes. E não quero me subestimar a feitor de tais atuações na vida. Algumas pessoas se submetem ao fracasso, que por elas próprias é traçado; caem nos próprios buracos ao longo dos anos. A essas pessoas costumam adaptar-se a infelicidade e a progressão de descompensações mentais no destino. Por mais que a nível imunológico(e outros níveis a este subordinados ou por ele influenciado)haja uma descompensação em mim, anseio não estender a desordem a nível mental na mesma proporção; apesar de difícil, possível e válida é a minha preocupação. Quero minha integridade moral, mereço obter a satisfação por mantê-la meio aos tormentos por todos passados em vida, porque não sou a pessoa fraca e desequilibrada há pouco retratada; sou forte, sou frutífero, sou disto tudo merecedor por possuir as qualidades que possuo; sou merecedor e que se foda a palavra que não muito mais cravo em meu cotidiano: modéstia, já que dela não preciso. Não sou merecedor de modéstia. Fracos usam da modéstia para esconder a insegurança; eu a não necessito. Sei de meus valores e quando deles usar, nos momentos em que se encaixam, porque isto aplicado nas condutas as enaltece, e condutas diferenciadas fazem das pessoas especiais. Álcool, valium, nicotina, cafeína, nutrientes, deles saiba usar, como de tudo mais, e não se terá no futuro privação conseqüente do antes abusado. Porque os químicos, parte à bioquímica comportamental, não solucionam por inteiro.
Aproveito para aqui desculpar-me a minhas células por delas ter abusado a boa vontade; não se me tornem contra, por favor(yn).

''Soda pop and Ritalin
No one ever died for my sins in hell,
as far as I can tell,
at least the ones I got away with
[...]
Land of make believe,
and it don't believe in me
Land of make believe,
and I don't believe,
and I don't care!''
Don't care, do it;
Sinto-me diferente, coisas mudaram em mim, e confesso hesitar no julgamento dessas alterações que se me emergiram à consciência por meio de infelizes desequilíbrios; ressalvo com forte ênfase não ainda ter aqui citado crises de desequilíbrios por minha parte, e ter sempre dado valor maior à estabilidade em minha humilde, porém austera, ideologia. Defenestrei, e cá me bate agora o arrependimento pelo insólito e ridículo descompenso(neol.)de condutas, cujo fruto foi-se me apresentado como uma resignação, já mencionada no anterior post. Aproveito-me desta, e realmente o estou fazendo, como uma oportunidade para enxergar defeitos e corrigi-los, na medida do cabível e aceitável, para enaltecer minha integridade e reparar qualidades deletérias a mim e às pessoas prezadas em minha vida. Julgo ser o arrependimento de ações praticadas inerente às sentimentalidades humanas, conceito ofuscado pela consciência geral, creio que com
finalidade de resistência, mas é o que penso, e repito: eu me arrependo de coisas que fiz, você também se arrepende, todos no mundo se arrependem, porque o arrependimento é conseqüência de falhas, e falhar é inato ao homem, errar é o que nos permite evoluir(quando, e apenas quando, nos tornamos cientes dos erros).E aqui consigo, portanto, fechar meu raciocínio com explicação embasada.Ando meio somatoforme, psicossomático(com um fator surtindo efeitos sobre o outro). Não se me está sendo fácil a adaptação à imputação do infeliz incidente na faculdade. Inevitável sentir-se injustiçado e desprezado, principalmente quando se toca a pessoas de gênio forte, como no meu caso. Creio não serem de apreço crises de desequilíbrios comportamentais. Não se sustentam como conseqüência de incidentes infelizes, na maior parte das vezes. E não quero me subestimar a feitor de tais atuações na vida. Algumas pessoas se submetem ao fracasso, que por elas próprias é traçado; caem nos próprios buracos ao longo dos anos. A essas pessoas costumam adaptar-se a infelicidade e a progressão de descompensações mentais no destino. Por mais que a nível imunológico(e outros níveis a este subordinados ou por ele influenciado)haja uma descompensação em mim, anseio não estender a desordem a nível mental na mesma proporção; apesar de difícil, possível e válida é a minha preocupação. Quero minha integridade moral, mereço obter a satisfação por mantê-la meio aos tormentos por todos passados em vida, porque não sou a pessoa fraca e desequilibrada há pouco retratada; sou forte, sou frutífero, sou disto tudo merecedor por possuir as qualidades que possuo; sou merecedor e que se foda a palavra que não muito mais cravo em meu cotidiano: modéstia, já que dela não preciso. Não sou merecedor de modéstia. Fracos usam da modéstia para esconder a insegurança; eu a não necessito. Sei de meus valores e quando deles usar, nos momentos em que se encaixam, porque isto aplicado nas condutas as enaltece, e condutas diferenciadas fazem das pessoas especiais. Álcool, valium, nicotina, cafeína, nutrientes, deles saiba usar, como de tudo mais, e não se terá no futuro privação conseqüente do antes abusado. Porque os químicos, parte à bioquímica comportamental, não solucionam por inteiro.
Aproveito para aqui desculpar-me a minhas células por delas ter abusado a boa vontade; não se me tornem contra, por favor(yn).

''Soda pop and Ritalin
No one ever died for my sins in hell,
as far as I can tell,
at least the ones I got away with
[...]
Land of make believe,
and it don't believe in me
Land of make believe,
and I don't believe,
and I don't care!''
Don't care, do it;
domingo, 21 de março de 2010
Resignação
Causa de desequilíbrios, incertezas, insegurança, bem como fator oferecedor de oportunidades para consertos e reparos;
''I can't believe what you said to me
last night when we were alone
You threw your hands up,
baby you gave up, you gave up
[...]
And I know that it's complicated,
but I'm a loser in love
So baby raise a glass to mend,
all the broken hearts
of all my wrecked up friends''
''I can't believe what you said to me
last night when we were alone
You threw your hands up,
baby you gave up, you gave up
[...]
And I know that it's complicated,
but I'm a loser in love
So baby raise a glass to mend,
all the broken hearts
of all my wrecked up friends''
terça-feira, 16 de março de 2010
Nexo
''Sometimes I give myself the creeps
Sometimes my mind plays tricks on me,
it all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
I'm just stoned''
Em época de susceptibilidade, vista a circunstância imputada, sinto-me tão frágil, frívolo, desiludido. Perco a fome, perco quilos, mas não ainda as estribeiras, porém até quando?! Pior que agora não digo apenas respeito ao estado abstrato, mas também ao orgânico: zoster, tonsilite, otite, descamação, anorexia. Quero minha integridade imunológica de volta; fruto da irrupção desencadeada pelo infeliz incidente da faculdade, julgo eu ser a situação da qual sou vítima(e cuja fuga é tentada por mim sem lograr êxito total); não sei se é feliz agora a concretização de novos vínculos humanos. Sim, acho que o Vi está certo, sua idéia de abrir a AdrN, associação dos doutores neuróticos, se baseia em fundamentos concretos...
Engraçado, já que conciliando o abstrato com o concreto, como de um meio podemos atenuar aflições de outro. Há muito uso desse recurso para me enaltecer o que está em baixa. Auto-estima está para cueca assim como a úlcera está para a ira(olha que sucinta conexão entre os meios, podemos em breve montar gráficos cartesianos das funções, rs, kkk, morri de rir).
Deparo-me ainda, agora a findar o dia, com uma matéria da Folha ''Uganda debate lei que pune relações homossexuais com perpétua''; será que vai ser permitido tocar Gaga em Uganda?; se fosse debatida uma lei que pune ser negro, o quê acharia o deputado-autor da lei anti-homossexual?
Anseio em relatar minha batalha na postagem próxima, espero reunir mais informações para melhor expressar-me.
''Mundo velho e decadente mundo
ainda não aprendeu a admirar a beleza
A verdadeira beleza,
a beleza que põe mesa
E que deita na cama,
a beleza de quem come,
Sometimes my mind plays tricks on me,
it all keeps adding up
I think I'm cracking up
Am I just paranoid?
I'm just stoned''
Em época de susceptibilidade, vista a circunstância imputada, sinto-me tão frágil, frívolo, desiludido. Perco a fome, perco quilos, mas não ainda as estribeiras, porém até quando?! Pior que agora não digo apenas respeito ao estado abstrato, mas também ao orgânico: zoster, tonsilite, otite, descamação, anorexia. Quero minha integridade imunológica de volta; fruto da irrupção desencadeada pelo infeliz incidente da faculdade, julgo eu ser a situação da qual sou vítima(e cuja fuga é tentada por mim sem lograr êxito total); não sei se é feliz agora a concretização de novos vínculos humanos. Sim, acho que o Vi está certo, sua idéia de abrir a AdrN, associação dos doutores neuróticos, se baseia em fundamentos concretos...
Engraçado, já que conciliando o abstrato com o concreto, como de um meio podemos atenuar aflições de outro. Há muito uso desse recurso para me enaltecer o que está em baixa. Auto-estima está para cueca assim como a úlcera está para a ira(olha que sucinta conexão entre os meios, podemos em breve montar gráficos cartesianos das funções, rs, kkk, morri de rir).
Deparo-me ainda, agora a findar o dia, com uma matéria da Folha ''Uganda debate lei que pune relações homossexuais com perpétua''; será que vai ser permitido tocar Gaga em Uganda?; se fosse debatida uma lei que pune ser negro, o quê acharia o deputado-autor da lei anti-homossexual?
Anseio em relatar minha batalha na postagem próxima, espero reunir mais informações para melhor expressar-me.
''Mundo velho e decadente mundo
ainda não aprendeu a admirar a beleza
A verdadeira beleza,
a beleza que põe mesa
E que deita na cama,
a beleza de quem come,
a beleza de quem ama
A beleza do erro,
do engano,
da imperfeição''
From me to me:
É já ao acordar que percebo quando o dia não me vai render; dia esse no qual sentirei em mim um vazio, uma impotência, no qual o ar há de me faltar aos pulmões tal como energia a meus músculos, e não res
tará opções de melhora que se me apresentem. Julgo ser privado meu nível consciente de parte de minhas faculdades em dias como o qual aqui pormenorizo. Não agouro, apenas o sinto quando acordo, e o dia, salvo raras ocasiões, faz jus a tal funesto pressentimento. Minha alma atrofia como célula inestimulada com a inércia desses dias. Oh, dia, insidioso dia, faça surgir recursos que permitam-me lhe desconfigurar o destino de tamanha inação!No que tange à minha capacidade, em âmbito geral sou maior que meus altos e baixos, e não serão eles a prostrar-me por definitivo.
''Tristeza não é pecado''
From me to me done;
A beleza do erro,
do engano,
da imperfeição''
From me to me:
É já ao acordar que percebo quando o dia não me vai render; dia esse no qual sentirei em mim um vazio, uma impotência, no qual o ar há de me faltar aos pulmões tal como energia a meus músculos, e não res
tará opções de melhora que se me apresentem. Julgo ser privado meu nível consciente de parte de minhas faculdades em dias como o qual aqui pormenorizo. Não agouro, apenas o sinto quando acordo, e o dia, salvo raras ocasiões, faz jus a tal funesto pressentimento. Minha alma atrofia como célula inestimulada com a inércia desses dias. Oh, dia, insidioso dia, faça surgir recursos que permitam-me lhe desconfigurar o destino de tamanha inação!No que tange à minha capacidade, em âmbito geral sou maior que meus altos e baixos, e não serão eles a prostrar-me por definitivo.''Tristeza não é pecado''
From me to me done;
Marcadores:
Billie Joe,
Folha de São Paulo,
From me to me,
Zeca Baleiro
quinta-feira, 4 de março de 2010
Regeneração
Nem sexta, nem quinta: alhures, não ao certo sei eu onde, por bem da verdade; facto impigido no destino, que, ao mínimo, deixa-me entregue ao esmo afetando meu auto-estímulo, meu brio, além de prejudicar a objetivação inerente aos que logram o que lhes convém. Resta-me, no entanto, prover atividades rentáveis ao vazio a que fui submetido, alimentar o ego. Recuperado, empenho-me para que do insólito acontecimento fique algo mais célebre que uma fibrose dorsal (y) em e para mim.
Fez-me bem o recesso, oportuno dizer que mais duradouro que o previsto, apesar de não haverem meus anseios sido ao todo congratulados de plena satisfação, mas sempre assim que é, se me for genuíno o discernimento; ''são coisas da vida''... Amigos, festas, visitas, viagens, abraços, contatos, madrugadas, passeios, zoster, decepções, despedidas, superação, no que se compara à de minha avó, em administração medicamentosa diária;
Sono, alimentação, inação, hematopoiese: fix a hole, fixing a hole; potássio, ascorbato(sic), retinóide, salicilato, ferro, hidrato de carbono, proteína(os olhos brilhantes, o semblante corado); ações peremptórias, que já tardam a se me cravarem no itinerário.
''Se meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar''
Fez-me bem o recesso, oportuno dizer que mais duradouro que o previsto, apesar de não haverem meus anseios sido ao todo congratulados de plena satisfação, mas sempre assim que é, se me for genuíno o discernimento; ''são coisas da vida''... Amigos, festas, visitas, viagens, abraços, contatos, madrugadas, passeios, zoster, decepções, despedidas, superação, no que se compara à de minha avó, em administração medicamentosa diária;
Sono, alimentação, inação, hematopoiese: fix a hole, fixing a hole; potássio, ascorbato(sic), retinóide, salicilato, ferro, hidrato de carbono, proteína(os olhos brilhantes, o semblante corado); ações peremptórias, que já tardam a se me cravarem no itinerário.
''Se meu mundo caiu, eu que aprenda a levantar''
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